Questões de Ginecologia E Obstetrícia
61 questões de Ginecologia E Obstetrícia de provas médicas, comentadas por professores.
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2025.2Questão 99Amenorréias
Mãe leva a filha de 13 anos e 15 dias à consulta em Unidade Básica de Saúde (UBS). A filha demonstra preocupação, pois ainda não menstruou, fato que já ocorreu com todas as suas amigas. No histórico, consta telarca aos 10 anos. Relata que há uma semana começou com secreção vaginal transparente e sem odor, que por vezes molhava a roupa íntima. Informa não ter tido relações sexuais até o momento da consulta. Exame físico: índice de massa corporal de 18,5 kg/m²; estatura de 1,58 m; pressão arterial de 115 x 80 mmHg; mamas M3 e pelos pubianos P3 (escala de Tanner). Presença de hímen íntegro com orifício anular. Ausência de nódulos inguinais. De acordo com a história clínica, qual é a conduta adequada?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 4Infecção Urinária na gestação (ITU)
Gestante de 30 anos, G2 P1, com 28 semanas de gestação, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Nega disúria, urgência miccional, dor suprapúbica, lombar, febre ou comorbidades. Traz exames solicitados da rotina pré-natal, cujos resultados são apresentados a seguir: Qual é a interpretação para os exames laboratoriais e o manejo adequado da paciente?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 11Partograma
Primigesta de 24 anos, sem comorbidades ou intercorrências gestacionais, foi admitida com idade gestacional de 41 semanas em maternidade de baixo risco para assistência ao trabalho de parto espontâneo. A evolução do trabalho de parto está registrada no partograma a seguir: Após a última avaliação, a paciente e seu marido demonstram preocupação, pois imaginavam que o trabalho de parto avançaria mais rapidamente, e solicitam orientações sobre a necessidade de intervenções. Considerando as recomendações preconizadas pelo Ministério da Saúde, a melhor conduta nesse caso é
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 18Hemorragia pós-parto
Gestante, 37 anos, G3 P2 A0, foi admitida na maternidade para interrupção eletiva da gravidez com idade gestacional de 37 semanas devido à bolsa rota. Realizou todas as consultas e exames pré-natais, conforme estabelecido nos protocolos, e não apresentou nenhuma outra alteração. Os dois partos vaginais anteriores não tiveram intercorrências. Ao exame, peso 93 kg; altura 1,60 m; PA 110 x 70 mmHg, altura uterina 33 cm, BCF 140 bpm; ausência de sangramento vaginal. Com base na estratificação de risco recomendada pelo Ministério da Saúde, essa paciente apresenta qual fator de risco para hemorragia pós-parto?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 19Doenças infecciosas na gestação – HIV, Sífilis, Toxoplasmose, Hepatites, Herpes
Mulher, 22 anos, gestante de 8 semanas, realiza teste rápido para sífilis na Unidade Básica de Saúde, com resultado reagente. Nega sintomas ou lesões genitais e demonstra preocupação sobre como informar ao parceiro, com quem mantém relacionamento estável há cerca de 1 ano. Relata relações sexuais atuais com outras parcerias e questiona a necessidade de tratá-las. Além do aconselhamento pós-teste, qual é o manejo adequado para a essa situação?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 25ELEMENTOS DO PARTO - Bacia obstétrica
Primigesta de 28 anos com idade gestacional de 41 semanas foi admitida para assistência ao trabalho de parto espontâneo. Negou comorbidades e não apresentou intercorrências durante o pré-natal. Oito horas após a admissão, evoluiu para período expulsivo, em posição de litotomia. Porém, após a exteriorização da cabeça, esta retraiu-se contra o períneo e não houve o desprendimento fetal. Diante deste quadro, qual deve ser a conduta inicial do médico?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 32Outros temas em puerpério
Puérpera, 24 anos, imigrante recém-chegada ao Brasil, é admitida na maternidade 30 minutos após parto extra-hospitalar. Relata que o parto ocorreu rapidamente, sendo a placenta completamente expulsa alguns minutos após. Ao exame inicial, apresenta-se hemodinamicamente estável e com útero contraído, apesar de manter sangramento vaginal moderado. Ao exame do canal de parto, identifica-se laceração perineal envolvendo pele, mucosa vaginal e musculatura perineal, sem acometimento do esfíncter anal ou da mucosa retal. A paciente demonstra ansiedade, dificuldade de compreensão do idioma e questiona repetidamente o que será feito. Considerando a avaliação realizada e as boas práticas recomendadas pela OMS e pelo Ministério da Saúde para uma assistência humanizada, a conduta adequada é
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 39Contracepção/Anticoncepção
Adolescente de 16 anos, com útero didelfo, 15 dias após parto vaginal sem intercorrências, procura Unidade Básica de Saúde desejando iniciar um método contraceptivo eficaz. Nega doenças crônicas e uso de medicamentos. Encontra-se em amamentação exclusiva. Dentre os métodos contraceptivos disponíveis pelo SUS, qual deve ser indicado?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 44Doenças infecciosas na gestação – HIV, Sífilis, Toxoplasmose, Hepatites, Herpes
Uma gestante de 30 anos, vivendo com HIV, em uso regular de terapia antirretroviral desde o 1º trimestre, apresenta carga viral indetectável no 3º trimestre da gestação. Manifesta dúvidas quanto ao risco de transmissão vertical e às condutas no parto, e questiona sobre a possibilidade de amamentar. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde, qual é a explicação mais adequada para essa paciente?
- Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP 2026.1Questão 45Câncer de Colo de Útero
Mulher, 39 anos, assintomática, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. O histórico da paciente registra dois exames citopatológicos anteriores consecutivos, realizados há 3 e 4 anos, respectivamente, com resultados normais. Ela questiona sobre a necessidade de realizar o exame preventivo (papanicolau). Considerando o novo protocolo de rastreamento de câncer de colo uterino do Ministério da Saúde, qual é a indicação adequada para essa paciente?